A
importância
do
compromisso
e da
generosidade
Fico
incomodado
ao
constatar
que
éramos
mais
fiéis
quando
estávamos
no
mundo
do
que
agora
que
somos
lavados
e
remidos
pelo
sangue
do
Cordeiro.
Não
estou
falando
de
um
decreto
feito
por
um
pastor.
Dízimos
e
ofertas
não
foram
estabelecidos
por
homens;
eles
nasceram
no
coração
de
Deus
O
relato
de 2
Crônicas
24.8-16
mostra
como
foi
feita
a
restauração
da
Casa
do
Senhor
pelas
mãos
do
rei
Joás
e o
seu
principal
encarregado,
Joiada.
Os
versos
15 e
16
contam
que
Joiada
foi
sepultado
com
os
reis
porque
“tinha
feito
bem
em
Israel,
e
para
com
Deus
e a
sua
casa”.
Além
de
Israel
ter
sido
beneficiado,
o
coração
de
Deus
se
alegrou
muito
com
o
que
havia
sido
feito.
Certa
vez,
li
uma
frase
que
dizia:
“Muitas
pessoas
querem
estabelecer
mudanças
no
que
é
visível
sem
que
primeiro
o
invisível
seja
mudado”.
Não
sei
se
você
tem
o
entendimento
da
importância
dessa
verdade,
mas
vou
tentar
lhe
explicar.
A
bênção
que
quero
não
está
visível,
mas
posso
olhar
para
aquilo
que
é
visível
e
dizer:
“Meu
Deus,
mude
a
minha
sorte,
abençoe
a
minha
vida,
quero
estar
em
um
lugar
melhor,
quero
conquistar
algumas
coisas,
quero
começar
e
terminar
a
faculdade
e
cursos
de
especialização,
quero
ser
bem
remunerado...”
Não
há
como
obter
uma
transformação
do
visível
sem
que
primeiro
o
invisível
mude.
Examinando
os
versículos
8 e
9,
você
verá
que
o
imposto
mencionado
não
começou
em
um
lugar
onde
as
pessoas
tinham
muitos
recursos,
e
sim
no
deserto.
Esse
imposto
versava
sobre
o
compromisso
que
o
povo
de
Deus
devia
ter
com
a
manutenção
não
apenas
da
Casa
do
Senhor,
mas
com
o
ministério
que
nela
era
desenvolvido.
Quando
Deus
estabelece
um
princípio,
antes
de
mais
nada
Ele
pensa
em
nos
abençoar
– a
mim
e a
você.
Ele
pensa
em
fazer
alguma
coisa
que
vá
nos
beneficiar.
Quando
um
pastor
declara
que
você
será
abençoado,
saem
de
sua
boca
brados
de
alegria,
mas
quando
ele
ministra
sobre
dar,
você
fecha
a
cara.
Enquanto
o
seu
coração
não
estiver
disposto
a
dar,
tanto
quanto
já é
para
receber,
você
nunca
estará
suficientemente
suprido.
Muitos
de
nós
não
celebramos
esse
momento
porque
desprezamos
o
poder
que
ele
traz
a
todas
as
áreas
da
nossa
vida.
Fico
incomodado
ao
constatar
que
éramos
mais
fiéis
quando
estávamos
no
mundo
do
que
agora
que
somos
lavados
e
remidos
pelo
sangue
do
Cordeiro.
Não
estou
falando
de
um
decreto
feito
por
um
pastor.
Dízimos
e
ofertas
não
foram
estabelecidos
por
homens;
eles
nasceram
no
coração
de
Deus.
Nada
pode
interferir
em
seu
compromisso
com
Deus,
pois
não
devemos
andar
segundo
o
conselho
dos
ímpios.
Diz
o
versículo
11
que
havia
dinheiro
em
abundância.
Quando
comprometemos
os
nossos
recursos
com
o
Reino
de
Deus,
a
obra
evangelística
anda
muito
mais
depressa.
Sem
recursos,
ficamos
limitados.
Quando
a
Casa
de
Deus
tiver
acesso
a
dinheiro
em
abundância,
com
muito
mais
velocidade
veremos
lares
transformados,
famílias
salvas.
Por
que
havia
muito
dinheiro?
Porque
eles
eram
generosos,
não
fechavam
a
mão
para
o
Reino
de
Deus.
Talvez
esse
seja
o
maior
empecilho
para
muitos
de
nós:
a
falta
de
generosidade.
Esse
texto
repete
quatro
vezes
“a
Casa
do
Senhor”.
Quando
alguém
repete
quatro
vezes
a
mesma
coisa,
geralmente
é
porque
deseja
reforçar
aquela
ideia
ou
conceito,
a
fim
de
que
não
seja
esquecido.
Não
há
como
dizer
que
amamos
a
Deus
se
damos
as
costas
para
os
desafios
da
sua
Casa.
A
Casa
de
Deus
não
é
lugar
de
coisa
velha,
de
sobra
(v.
14).
Se
você
não
consegue
comprar
algo
de
boa
qualidade
com
R$
1,00,
o
que
espera
receber
das
mãos
de
Deus
se
esse
não
for
o
seu
melhor?
Se
fôssemos
avaliados
por
Deus
neste
exato
momento,
Ele
diria:
“Eu
tenho
me
agradado
de
vocês”,
ou
será
que
ouviríamos
outra
coisa?
“Vocês
têm
feito
bem
a
mim
quando
cantam
e
dançam,
mas,
qual
é o
bem
que
têm
feito
à
minha
casa?
Onde
está
o
compromisso
com
a
minha
obra,
com
a
pregação
da
minha
Palavra
e
com
o
estabelecimento
do
meu
Reino
na
Terra?”
Como
disse
Pedro
– “Sobre
a
tua
palavra”
–,
você
não
vai
plantar
as
suas
sementes
na
vida
do
pastor,
mas
sobre
a
soberana
e
eterna
Palavra
de
Deus.
::
Pr.
Marcus
Gregório